“Papa: o relógio da humanidade”

Big Ben, Londres.

Imaginem uma cidade como São Paulo. Tem 15 milhões, talvez 17 milhões de habitantes. Pode-se dizer que, uns pelos outros, cada habitante de São Paulo tem pelo menos um relógio. Portanto, São Paulo, grosso modo falando, tem 17 milhões de relógios. São muitos relógios para indicar a hora para muita gente. Mas não adiantaria nada se não houvesse um relógio posto por Deus e chamado sol, pelo qual os homens pudessem saber a hora certa.
Porque os relógios particulares entram em desacordo. Um adianta um pouco mais, o outro um pouco menos. Muitas vezes por orgulho o indivíduo não quer reconhecer que o relógio dele está errado e o do outro está certo. E acabava sendo que ninguém sabia a hora certa, por falta do relógio certo, segundo o qual todos os relógios têm que se regular.
Assim é a mente humana.Nós trazemos aqui um relógio; não é um relógio para marcar horas, mas é um meio para conhecer a verdade: é a nossa alma, nossa inteligência que não está só na cabeça; está animando o corpo inteiro. Então, precisava haver um homem que, em matéria de fé e de moral, não cai em erro no interpretar a revelação, ou seja, a Sagrada Escritura, e a tradição oral que vem acompanhando a Igreja.
Esse é o Papa que, em matéria de fé e moral é infalível, de seus lábios abençoados só pode sair a verdade, pois é o próprio Espírito Santo que rege suas palavras. O Santo Padre o Papa é o ‘relógio’ que regula toda a Humanidade.