Dois cartazes

No mural de uma paróquia que pouco frequentamos, havia dois cartazes com frases curtas, mas muito verdadeiras.

E muito oportunas, pois lembram o que muita gente esquece.

O primeiro, é de um autor pagão, romano: Sêneca. Pagão, não tinha conhecido o Evangelho; não O tinha também rejeitado, vivendo, de algum modo pouco mais ou menos de acordo com a lei natural. Daí que suas cogitações continham muitas vezes a verdade.

Eis o cartaz:

O que ele diz é óbvio. Mas é um óbvio esquecido. Como é verdade, sobretudo se entendermos por “viver bem” o viver de acordo com os desígnios de Deus e seus Mandamentos.

O outro cartaz já contém a luz do Evangelho. E uma verdade também óbvia. Na vida corrida de todos os dias, quanta gente “não vai ter tempo” de ler um trechinho que seja do Evangelho? Se ler, quantos vão tirar dali uma lição e procurar viver de modo coerente?

Temos a graça de viver após a vinda de Nosso Senhor Jesus Cristo ao mundo, mas sobretudo nos últimos tempos como os ideais sublimes do Evangelho são esquecidos e, infelizmente, muitas vezes transgredidos?

Aproxima-se o Natal. Deixando de lado a parafernália comercializada e voltando nossa atenção para o Menino Jesus recém-nascido, para sua — e nossa — Mãe Santíssima percebemos um mundo ideal que nos convida, uma vida em que os valores são verdadeiros porque são sobrenaturais e nos preparam para a eternidade.