Mas não abriu a carta…

O que se poderia pensar de alguém (chamemo-lo de “X”) que tomasse a seguinte atitude:

O carteiro toca a campainha e entrega uma carta dirigida a X. Ele olha o remetente e vê que é da mais alta autoridade do país em que vive. Aliás, é seu próprio pai, cujo lar X havia abandonado e, por isso está passando por grandes privações.

A carta bem pode ser a solução para sua difícil situação. Nesse caso ele bem pode esperar que seja uma solução eficaz, uma vez que é dada pelo pai. Mas X não abre a carta…

Nesta pode estar a solução de todos seus problemas, e assim cessarem suas privações. Afinal a carta vem de seu pai! Mas X não abre a carta…

O que pensar disso?

Esta situação tão absurda é a do mundo hoje!

Se não, vejamos.

“X” é o mundo de hoje. Seu Pai é Deus e a “assessora” deste é a Mãe de “X”: Nossa Senhora. A carta enviada é tão importante que foi trazida pela própria Mãe. O local da entrega foi Fátima, Portugal. Mas “X” não abriu a carta…
Ou se abriu, leu-a com tal displicência que nem se lembra do conteúdo. Sabe apenas que Nossa Senhora apareceu sobre uma arvorezinha a três crianças, três pastorinhos. É tudo que sabe.

Tomemos agora uma atitude diferente da de “X”, pois a dele é absurda e inaceitável. Analisemos apenas um dos “parágrafos” da carta.

 

* * *

Nossa Senhora de Fátima – pois é esse o nome da “assessora” — foi enviada por Deus — a autoridade máxima — para trazer-nos uma mensagem. Desta fazia parte um pedido:

Em 1925 Nossa Senhora apareceu à Irmã Lúcia — um dos pastorinhos:

“Olha, minha filha o meu Coração cercado de espinhos que os homens ingratos a todos os momentos Me cravam com blasfêmias e ingratidões. Tu, ao menos, vê de Me consolar, e dize que todos aqueles que durante cinco meses, no primeiro sábado:

– se confessarem,

– receberem a Sagrada Comunhão,

– rezarem um terço e

– Me fizerem quinze minutos de companhia meditando nos mistérios do Rosário com o fim de Me desagravar,

Eu prometo assisti-los na hora da morte com todas as graças necessárias para a salvação dessas almas.”

 

A salvação eterna: haverá algo mais importante para cada um de nós? Entretanto, quantos vivem como se só houvesse esta vida passageira.

Caro internauta, esse pedido de Nossa Senhora pode ser atendido em qualquer lugar que você estiver. Nesse mundo conturbado que o rodeia — e que às vezes conturba nossas mentes — essa devoção pode devolver-lhe a paz, a serenidade.

Nos países onde estão os Arautos do Evangelho, nosso fundador, Mons. João Clá, se empenha para que haja essa devoção de modo a facilitar o cumprimento do pedido de Nossa Senhora. Visite o nosso site clique aqui (www.arautos.org) e veja onde os Arautos promovem esta devoção reparadora dos primeiros sábados.

Como dissemos acima, caso próximo a você não haja igrejas com a participação dos Arautos, você pode fazê-la só ou com a família, com amigos, etc.

 

Ilustrações: Arautos do Evangelho, ACNSF, [email protected]