Foi amplamente difundida nas redes sociais — mais propriamente em setores que não se satisfazem com ninharias ou inconveniências — a história do menino que, estando a bordo de um avião sacudido por uma tempestade, não tinha o menor medo.

Perguntado, ele deu a razão: “O piloto é meu pai!” Aliás, a tempos publicamos o fato inteiro [Para acessar  clique aqui ]

Quantos de nós gostaríamos de ter a segurança desse menino? (seja ele real ou fictício). Por que muitas vezes não a temos?

No “mar” dessa vida quantas incertezas… Como gostaríamos de, no nosso “barco”, ter um vigia no alto do mastro, que, vendo a terra ao longe, não participasse da insegurança dos que estão no tombadilho… ou seja, nós.

Jesus ensinando – “Le Beau Dieu” de Amiens

Esquecemos do fato de termos esse vigia, “fundamento da esperança” e “certeza a respeito do que não se vê” (Hb 11, 1). Essa certeza é a única na qual podemos encontrar, neste mundo, a verdadeira paz e segurança.

O demônio e seus sequazes, rejeitando a Deus, tornaram-se carentes de fé, inseguros, incertos e inquietos.

A nós é dado optar entre a segurança que nos vem da fé em Nosso Senhor, e a pseudossegurança ilusória das promessas do “príncipe deste mundo” (Jo 16, 11), vencido sucessivas vezes por Deus, até seu fim certo: terminar como o eterno derrotado.

(Adaptado da revista Arautos do Evangelho, nº 161, maio de 2015, p. 5) Para acessar a revista Arautos do Evangelho do corrente mês clique aqui )

 

Ilustrações:Arautos do Evangelho, [email protected]