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Quaresma: o que é? – VÍDEO

Na quarta-feira de Cinzas começa um novo período na Liturgia da Igreja: a Quaresma. Mas, por quê?

A Igreja, como boa Mãe que é, procura exercer uma ação ao mesmo tempo santificadora e educadora. São quarenta dias de preparação para dois dos acontecimentos mais importantes na vida do fiel católico: a Paixão e Morte de Jesus e sua gloriosa Ressurreição.

São acontecimentos tão importantes que requerem uma preparação cuidadosa e digna. Essa preparação é a Quaresma. Veja uma explicação no VÍDEO.

Como surgiu a Medalha Milagrosa?

É a Medalha religiosa mais conhecida e difundida em todo mundo: a Medalha de Nossa Senhora das Graças, que a piedade popular chama pelo nome — agora insubstituível — de Medalha Milagrosa.

Poucos, entretanto conhecem a sua história. Para conhece-la veja o VÍDEO.

 

Certeza certa

Foi amplamente difundida nas redes sociais — mais propriamente em setores que não se satisfazem com ninharias ou inconveniências — a história do menino que, estando a bordo de um avião sacudido por uma tempestade, não tinha o menor medo.

Perguntado, ele deu a razão: “O piloto é meu pai!” Aliás, a tempos publicamos o fato inteiro [Para acessar  clique aqui ]

Quantos de nós gostaríamos de ter a segurança desse menino? (seja ele real ou fictício). Por que muitas vezes não a temos?

No “mar” dessa vida quantas incertezas… Como gostaríamos de, no nosso “barco”, ter um vigia no alto do mastro, que, vendo a terra ao longe, não participasse da insegurança dos que estão no tombadilho… ou seja, nós.

Jesus ensinando – “Le Beau Dieu” de Amiens

Esquecemos do fato de termos esse vigia, “fundamento da esperança” e “certeza a respeito do que não se vê” (Hb 11, 1). Essa certeza é a única na qual podemos encontrar, neste mundo, a verdadeira paz e segurança.

O demônio e seus sequazes, rejeitando a Deus, tornaram-se carentes de fé, inseguros, incertos e inquietos.

A nós é dado optar entre a segurança que nos vem da fé em Nosso Senhor, e a pseudossegurança ilusória das promessas do “príncipe deste mundo” (Jo 16, 11), vencido sucessivas vezes por Deus, até seu fim certo: terminar como o eterno derrotado.

(Adaptado da revista Arautos do Evangelho, nº 161, maio de 2015, p. 5) Para acessar a revista Arautos do Evangelho do corrente mês clique aqui )

 

Ilustrações:Arautos do Evangelho, ateli@rt

 

Benefícios da Missa

Santo Agostinho escreve no livro De civitate Dei que à pessoa que ouve a Missa devotamente:

  1. Nosso Senhor lhe dará, nesse dia, as coisas necessárias.
  2. Suas palavras vãs serão perdoadas.
  3. Naquele dia não perderá nenhum disputa.
  4. Enquanto ouve a Missa, não envelhece nem debilita seu corpo.
  5. Se morre nesse dia, a Missa lhe valerá tanto como se houvesse comungado.
  6. Os passos que dá indo e vindo da Missa, são contados pelos santos anjos e remunerados por Deus nosso Senhor.
  7. Ademais, mais vale uma Missa que se ouve em vida devotamente, que mil celebradas em sua intenção depois da morte.
  8. Aproveita mais para remissão dos pecados e crescimento de graça que outras orações que possa dizer ou fazer.

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Serenidade, filha da confiança

Ele dormia. As ondas batiam, o vento soprava. Entre os estalos da barca e as vozes dos pescadores, o barulho era ensurdecedor. Mas Ele, impassível, dormia. Os Apóstolos, ainda não habituados ao olhar da fé, preocupavam-se mais em encontrar soluções humanas que em pedir o auxílio divino. E fracassados no seu intento, em vez de se voltarem esperançosos para um milagre vindo da mão divina, repreendem zangados a quem os podia salvar: “Mestre, não Te importa que pereçamos?” (Mc 4, 38).

Oh, atitude tristemente frequente!… A figura do Mestre deitado numa barca que afunda é clássica. Porque também é clássico que o homem, inveteradamente autossuficiente, busque em si, e não em Deus, a solução para seus problemas. Problemas que são, por sua vez, permitidos por Deus para que o homem reconheça que, sem Ele, nada pode fazer (cf. Jo 15, 5). Por isto Jesus, às vezes, finge cochilar…

O QUE FAZER?

Diante da provação, o homem tem dois caminhos: um sobrenatural, de resignação humilde e de esperança confiante, que junta as mãos, e pede a Deus proteção e auxílio; outro, orgulhoso, que vê na dor, destinada a purificá-lo e uni-lo mais ao Pai, uma punição indevida. Nestes tristes casos, sói então acontecer que o homem mundano, de dentro de sua iniquidade, acuse a Deus de injustiça (cf. Ez 18, 25).

No caos do mundo atual, enquanto alguns acusam a Deus, outros Lhe devotam uma indiferença sistemática e outros ainda se voltam suplicantes para o mundano, o terreno: política, tecnologia, soluções ambientais, ações sociais… Quem hoje se lembra de recorrer filial, ardente e devotamente Àquele que, sereníssimo, parece dormir na barca?

E, entretanto, está Ele constantemente junto a nós, sempre disposto a nos atender, amparar e proteger, desde que recorramos a Ele, com humildade e retidão; acaso ter-se-ia diminuído o poder d’Aquele que curou leprosos, deu avista a cegos, ressuscitou mortos, expulsou demônios?

Ao contrário do que prega o mundo, têm nas mãos o timão da História os que confiam além de toda esperança, com os olhos postos n’Aquele que afirmou: “Coragem, Eu venci o mundo!”(Jo 16, 33). E é a estes gigantes da fé que verdadeiramente pertence o futuro. Aqueles para quem, como dizia Santa Teresa de Jesus, “só Deus basta”.

 

(Adaptação da revista “Arautos do Evangelho”, nº 156, dezembro 2014, p. 5. Para acessar a revista Arautos do Evangelho do corrente mês clique aqui )

 

Ilustrações: Arautos do Evangelho

Deus supera nossos sonhos – VÍDEO

Deus em sua infinita bondade nos inspira sempre tudo que d’Ele nos aproxime. De nossa parte, desde que sejam coisas de acordo com a vontade divina, para a sua glória, nosso bem e do próximo, podemos desejar grandes coisas, confiantes no amor d’Ele por nós e na sua onipotência.

A conhecida expressão “Sonhe que Deus realiza” — supõe que nossos sonhos preencham essas condições. Qualquer sonho contrário aos desígnios divinos, Deus não pode atender, pois sua infinita santidade o impede de fazer o mal.

A não ser isso, podemos — e devemos — ter grandes desejos. O conto oriental ilustrado no vídeo a seguir … bem, é melhor assistir o vídeo

Ilustrações: Arautos do Evangelho, Silmara Farias

Vestígios de Deus

O caro leitor já se deu conta que entre as “Sete maravilhas naturais do mundo”, duas estão no Brasil? São: a Bacia Amazônica e as Cataratas do Iguaçu. E entre as sete maravilhas feitas por mãos humanas está o Cristo Redentor no Corcovado.Leia mais

Por que imitar os Santos?

É fácil perceber que os homens se influenciam mutuamente no relacionamento social. A criança imita os pais, um jovem músico inspira-se no mestre para executar uma melodia, os gestos de dois amigos tendem a se assemelhar, pois a imitação é conatural aos homens desde a infância, distinguindo-os como a criatura mais imitativa de todas.

Esse mimetismo inato vincado em nossa humanidade se verifica também no âmbito sobrenatural. Conforme frisou Bento XVI, “os Santos constituem o comentário mais importante ao Evangelho, uma atualização sua na vida cotidiana e, por conseguinte, representam para nós um verdadeiro caminho de acesso a Jesus”.(1) Podemos, sem dúvida, considerá-los como imagem de Deus transposta para o dia a dia.

O conceito de imitação de Cristo – diretamente ou através dos Santos – está presente nos Livros Sagrados, sobretudo nas cartas de São Paulo, como a destinada aos filipenses: “Sede meus imitadores, irmãos, e observai os que andam segundo o modelo que tendes em nós” (3, 17).

                      São Francisco de Assis

São Francisco de Assis estava bem cônscio de seu papel simbólico quando dizia: “Devo ser modelo e exemplo para todos os frades”. (2)

Os louvores a São Francisco não se realizava em detrimento da adoração a Nosso Senhor, antes, pelo contrário, a incentivava. Na realidade, o franciscano só atingiria a santidade imitando seu santo fundador,

Francisco tornou-se para eles um livro aberto de virtudes, um exemplo a ser praticado. Cada capítulo de sua vida está marcado pelo intenso convívio com seus filhos espirituais e, após a morte, pelos favores de sua intercessão por eles na terra, os quais lhe retribuíam com ainda maior fervor e admiração.

Para o homem contemporâneo essas analogias entre Cristo e os Santos poderiam parecer despropositadas ou mesmo maldosamente tachadas de “culto à personalidade”.

Nada de mais injusto ou afastado da realidade. As homenagens prestadas ao Santo, mesmo em vida, nada tinham de artificial, pois as multidões acorriam naturalmente para aclamá-lo e venerá-lo: “O povo prestava atenção em suas palavras como se falasse um Anjo do Senhor”. (3)

 

(1) BENTO XVI. Audiência geral, 20/8/2008.
(2) ESPELHO DE PERFEIÇÃO, c. XX (FF 1703), in MENESTÒ, Enrico; BRUFANI, Stefano (Ed.). FontesFranciscani. Assisi: Porziuncola,1995.
(3) Idem, c. XVI (FF 1699).

 

(Extraído do artigo “Imitar os Santos para imitar a Cristo” de autoria do Diác. Felipe de Azevedo Ramos na revista “Arautos do Evangelho”, nº 202, de outubro de 2018, pp.16-19. Para acessar a revista Arautos do Evangelho do corrente mês clique aqui )

 

Ilustrações: Arautos do Evangelho, ACNSF.

“Vi Deus num homem”

A plateia tinha toda razão para estar num “suspense”: o famoso violinista (*) executava com maestria uma difícil partitura e já havia arrebentado a primeira e segunda cordas do violino. Apesar disso, o músico continuava a tocar com apenas duas das cordas. Mas essa também arrebentou…

Com uma só corda, ele concluiu a música na perfeição.

Aplausos — bem merecidos —, vivas e um brado ecoaram pelo teatro.Leia mais

Quem será o paciente?

A dar crédito às pessoas que estavam na sala de espera era difícil imaginar quem seria o paciente internado. Depois de ouvir o que eles dizem (veja o vídeo) será que o internauta consegue adivinhar? Experimente…

VÍDEO

 

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