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Benefícios da Missa

Santo Agostinho escreve no livro De civitate Dei que à pessoa que ouve a Missa devotamente:

  1. Nosso Senhor lhe dará, nesse dia, as coisas necessárias.
  2. Suas palavras vãs serão perdoadas.
  3. Naquele dia não perderá nenhum disputa.
  4. Enquanto ouve a Missa, não envelhece nem debilita seu corpo.
  5. Se morre nesse dia, a Missa lhe valerá tanto como se houvesse comungado.
  6. Os passos que dá indo e vindo da Missa, são contados pelos santos anjos e remunerados por Deus nosso Senhor.
  7. Ademais, mais vale uma Missa que se ouve em vida devotamente, que mil celebradas em sua intenção depois da morte.
  8. Aproveita mais para remissão dos pecados e crescimento de graça que outras orações que possa dizer ou fazer.

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Abelhas respeitam imagens dos Santos

Enquanto muitos seres racionais viram as costas às coisas sagradas, esses simples bichinhos (abelhas) parecem ter um “instinto” pelo qual fazem o que os humanos deveriam fazer.

Será uma mera curiosidade ou há um sinal para nós “evoluídos” a tal ponto que esquecemos o essencial? O VÍDEO a seguir pode lhe ser útil.

 

Fonte: Gaudium Press

Serenidade, filha da confiança

Ele dormia. As ondas batiam, o vento soprava. Entre os estalos da barca e as vozes dos pescadores, o barulho era ensurdecedor. Mas Ele, impassível, dormia. Os Apóstolos, ainda não habituados ao olhar da fé, preocupavam-se mais em encontrar soluções humanas que em pedir o auxílio divino. E fracassados no seu intento, em vez de se voltarem esperançosos para um milagre vindo da mão divina, repreendem zangados a quem os podia salvar: “Mestre, não Te importa que pereçamos?” (Mc 4, 38).

Oh, atitude tristemente frequente!… A figura do Mestre deitado numa barca que afunda é clássica. Porque também é clássico que o homem, inveteradamente autossuficiente, busque em si, e não em Deus, a solução para seus problemas. Problemas que são, por sua vez, permitidos por Deus para que o homem reconheça que, sem Ele, nada pode fazer (cf. Jo 15, 5). Por isto Jesus, às vezes, finge cochilar…

O QUE FAZER?

Diante da provação, o homem tem dois caminhos: um sobrenatural, de resignação humilde e de esperança confiante, que junta as mãos, e pede a Deus proteção e auxílio; outro, orgulhoso, que vê na dor, destinada a purificá-lo e uni-lo mais ao Pai, uma punição indevida. Nestes tristes casos, sói então acontecer que o homem mundano, de dentro de sua iniquidade, acuse a Deus de injustiça (cf. Ez 18, 25).

No caos do mundo atual, enquanto alguns acusam a Deus, outros Lhe devotam uma indiferença sistemática e outros ainda se voltam suplicantes para o mundano, o terreno: política, tecnologia, soluções ambientais, ações sociais… Quem hoje se lembra de recorrer filial, ardente e devotamente Àquele que, sereníssimo, parece dormir na barca?

E, entretanto, está Ele constantemente junto a nós, sempre disposto a nos atender, amparar e proteger, desde que recorramos a Ele, com humildade e retidão; acaso ter-se-ia diminuído o poder d’Aquele que curou leprosos, deu avista a cegos, ressuscitou mortos, expulsou demônios?

Ao contrário do que prega o mundo, têm nas mãos o timão da História os que confiam além de toda esperança, com os olhos postos n’Aquele que afirmou: “Coragem, Eu venci o mundo!”(Jo 16, 33). E é a estes gigantes da fé que verdadeiramente pertence o futuro. Aqueles para quem, como dizia Santa Teresa de Jesus, “só Deus basta”.

 

(Adaptação da revista “Arautos do Evangelho”, nº 156, dezembro 2014, p. 5. Para acessar a revista Arautos do Evangelho do corrente mês clique aqui )

 

Ilustrações: Arautos do Evangelho

Instinto filial?

É bastante conhecido o fenômeno do heliotropismo, pelo qual as plantas “procuram” a luz do sol. Muitos teólogos fazem uma analogia com algo semelhante, existente no homem: a tendência em buscar a Deus. Devido a semelhança, chegam a chamar de “teotropismo”.

É uma forma de teotropismo buscar o que nos leva a Deus e, mais concretamente, ter uma especial apetência em relação a Nossa Senhora, escolhida pelo próprio Deus para vir a nós. Dr. Plinio Corrêa de Oliveira aborda este tema:Leia mais

Condenarão novamente a Jesus? – VÍDEO

Silencioso, doce e amável, Jesus, em sua imagem de Crucificado, ainda hoje é réu de julgamento.

Durante os últimos anos a presença do Crucifixo em locais públicos tem sido objeto de julgamentos, entre outros no Tribunal Europeu de Direitos Humanos. Razão: a presença da imagem de nosso Criador e Redentor incomoda aqueles que veem em Jesus o convite a abandonarem os vícios e voltarem à virtude.Leia mais

Feriados bem aproveitados – VÍDEO

O jovem é o futuro de uma nação. Investir na formação cultural e religiosa das novas gerações é garantia de um porvir glorioso para o país.

Conscientes dessa verdade os Arautos do Evangelho desenvolvem em colégios de várias cidades do Brasil o Projeto Futuro e Vida, levando o adolescente a refletir na sua existência e no seu papel social.

O jovem terá, dessa forma, condições de ser um elemento ativo para a mudança da sociedade, ao longo de toda sua vida. Planta-se uma semente nos corações deles, que irá desabrochar quando forem adultos.

Para ter uma ideia do Projeto, veja, por exemplo, o vídeo sobre  acampamento realizado com participantes do Projeto.

Deus supera nossos sonhos – VÍDEO

Deus em sua infinita bondade nos inspira sempre tudo que d’Ele nos aproxime. De nossa parte, desde que sejam coisas de acordo com a vontade divina, para a sua glória, nosso bem e do próximo, podemos desejar grandes coisas, confiantes no amor d’Ele por nós e na sua onipotência.

A conhecida expressão “Sonhe que Deus realiza” — supõe que nossos sonhos preencham essas condições. Qualquer sonho contrário aos desígnios divinos, Deus não pode atender, pois sua infinita santidade o impede de fazer o mal.

A não ser isso, podemos — e devemos — ter grandes desejos. O conto oriental ilustrado no vídeo a seguir … bem, é melhor assistir o vídeo

Ilustrações: Arautos do Evangelho, Silmara Farias

Vestígios de Deus

O caro leitor já se deu conta que entre as “Sete maravilhas naturais do mundo”, duas estão no Brasil? São: a Bacia Amazônica e as Cataratas do Iguaçu. E entre as sete maravilhas feitas por mãos humanas está o Cristo Redentor no Corcovado.Leia mais

Por que imitar os Santos?

É fácil perceber que os homens se influenciam mutuamente no relacionamento social. A criança imita os pais, um jovem músico inspira-se no mestre para executar uma melodia, os gestos de dois amigos tendem a se assemelhar, pois a imitação é conatural aos homens desde a infância, distinguindo-os como a criatura mais imitativa de todas.

Esse mimetismo inato vincado em nossa humanidade se verifica também no âmbito sobrenatural. Conforme frisou Bento XVI, “os Santos constituem o comentário mais importante ao Evangelho, uma atualização sua na vida cotidiana e, por conseguinte, representam para nós um verdadeiro caminho de acesso a Jesus”.(1) Podemos, sem dúvida, considerá-los como imagem de Deus transposta para o dia a dia.

O conceito de imitação de Cristo – diretamente ou através dos Santos – está presente nos Livros Sagrados, sobretudo nas cartas de São Paulo, como a destinada aos filipenses: “Sede meus imitadores, irmãos, e observai os que andam segundo o modelo que tendes em nós” (3, 17).

                      São Francisco de Assis

São Francisco de Assis estava bem cônscio de seu papel simbólico quando dizia: “Devo ser modelo e exemplo para todos os frades”. (2)

Os louvores a São Francisco não se realizava em detrimento da adoração a Nosso Senhor, antes, pelo contrário, a incentivava. Na realidade, o franciscano só atingiria a santidade imitando seu santo fundador,

Francisco tornou-se para eles um livro aberto de virtudes, um exemplo a ser praticado. Cada capítulo de sua vida está marcado pelo intenso convívio com seus filhos espirituais e, após a morte, pelos favores de sua intercessão por eles na terra, os quais lhe retribuíam com ainda maior fervor e admiração.

Para o homem contemporâneo essas analogias entre Cristo e os Santos poderiam parecer despropositadas ou mesmo maldosamente tachadas de “culto à personalidade”.

Nada de mais injusto ou afastado da realidade. As homenagens prestadas ao Santo, mesmo em vida, nada tinham de artificial, pois as multidões acorriam naturalmente para aclamá-lo e venerá-lo: “O povo prestava atenção em suas palavras como se falasse um Anjo do Senhor”. (3)

 

(1) BENTO XVI. Audiência geral, 20/8/2008.
(2) ESPELHO DE PERFEIÇÃO, c. XX (FF 1703), in MENESTÒ, Enrico; BRUFANI, Stefano (Ed.). FontesFranciscani. Assisi: Porziuncola,1995.
(3) Idem, c. XVI (FF 1699).

 

(Extraído do artigo “Imitar os Santos para imitar a Cristo” de autoria do Diác. Felipe de Azevedo Ramos na revista “Arautos do Evangelho”, nº 202, de outubro de 2018, pp.16-19. Para acessar a revista Arautos do Evangelho do corrente mês clique aqui )

 

Ilustrações: Arautos do Evangelho, ACNSF.

“Vi Deus num homem”

A plateia tinha toda razão para estar num “suspense”: o famoso violinista (*) executava com maestria uma difícil partitura e já havia arrebentado a primeira e segunda cordas do violino. Apesar disso, o músico continuava a tocar com apenas duas das cordas. Mas essa também arrebentou…

Com uma só corda, ele concluiu a música na perfeição.

Aplausos — bem merecidos —, vivas e um brado ecoaram pelo teatro.Leia mais