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Fátima: “Por fim meu Imaculado Coração triunfará” – VÍDEO

No próximo dia 11 de novembro cumprem-se 100 anos da realização da primeira das profecias de Nossa Senhora em Fátima, em 1918: “A guerra vai acabar”. As demais também se cumpriram e pedimos esperançosos a realização da promessa com que conclui: “Por fim o meu Imaculado Coração Triunfará”.  O VÍDEO a seguir traz um rápido apanhado das várias aparições.

 

 

Oração ditada por Nossa Senhora em Fátima

Monsenhor João Clá, Fundador dos Arautos do Evangelho em seu recente livro sobre as aparições de Fátima (1) afirma: “Nossa Senhora mostrou aos três pastorinhos o inferno, decerto para levar os homens a terem mais empenho em atender a seu apelo. A  descrição deste lugar de tormentos, com os demônios e as almas condenadas ali caindo, é uma das mais detalhadas que faz a Ir. Lúcia em suas Memórias. (…)

‘Nossa Senhora disse que era preciso rezarem o Terço para alcançarem as graças durante o ano. E continuou:

“— Sacrificai-vos pelos pecadores e dizei muitas vezes, em especial sempre que fizerdes algum sacrifício:” (e ditou a oração constante no vídeo a seguir):

Ilustração: Arautos do Evangelho

Quando teremos a Paz?

Início de maio de 1945. O mundo comemorava o fim da Segunda Guerra na Europa; após quase 11 milhões de mortos de ambos os lados, afinal a Alemanha nazista capitulava. Era a paz?

Infelizmente, não. Nos meses seguintes, além da Guerra continuar no Pacífico, a Rússia, cavorteiramente, continuava a dominar toda Europa Oriental. A Guerra que começara para defender a Liberdade da Polônia contra o agressor alemão, tivera como fruto o domínio não só da Polônia, mas de todos os paises do leste europeu pela Rússia.

Era mais uma das previsões de Nossa Senhora em Fátima que se realizava: “a Russia espalhará seus erros pelo mundo, promovendo guerras e perseguições à Igreja”. Para compreendermos o essencial da maternal advertência da Santíssima Virgem, o Mons. João Clá, EP, Fundador dos Arautos do Evangelho esclarece bem o assunto no texto a seguir.

O QUE FALTA PARA TERMOS A PAZ? (1)

Mons. João Socognamiglio Clá Dias, EP

Em 1917 a Virgem advertira os pastorinhos de acontecimentos trágicos que viriam, caso a humanidade não desse ouvidos à sua admoestação, como a Segunda Guerra Mundial, ocorrida de 1939 a 1945, e a expansão dos erros do comunismo ateu, a partir da revolução bolchevique eclodida na Rússia apenas um mês depois da sexta aparição.

Pedia Ela também, de forma materna e insistente, a conversão; caso contrário, duras perseguições se desencadeariam contra a Igreja e a mão de Deus puniria a terra por sua infidelidade.

O futuro estava nas mãos dos homens. Deles dependia atrair sobre si o perdão ou a desgraça.

Cena da Segunda Guerra Mundial

A Mensagem de Maria Santíssima bem poderia ser sintetizada numa frase da Escritura, várias vezes repetida pela Liturgia: “Olha que hoje ponho diante de ti a vida com o bem, e a morte com o mal” (Dt 30, 15). Isto porque a Celestial Mensageira lembrava aos homens os apelos de seu Divino Filho: “Completou-se o tempo e o Reino de Deus está próximo; fazei penitência e crede no Evangelho” (Mc 1, 15).

A humanidade, porém, qual estrada seguiu? A estreita, nobre e luminosa que leva à vida? Ou a larga, inclinada e tenebrosa que conduz à morte? Não há, caro leitor, um bom católico que não tenha resposta a tais indagações…

Em função deste panorama, o que virá a acontecer? Eis a auréola de mistério que paira sobre a humanidade: qual será o porvir de nossa civilização contemporânea?

Todavia, por cima das previsões mais catastróficas, é preciso ter diante dos olhos o nascer de um sol de esperança. Sim, pois o decreto divino anunciado pela bela Senhora foi o de sua gloriosa vitória: “Por fim, o meu Imaculado Coração triunfará”. (1)

E, sem dúvida alguma, a pergunta mais crucial em nossos dias é esta: quanto falta para vermos, efetivamente, Jesus e Maria reinarem nos corações, na cultura, nas famílias e na sociedade?

 

(1) MONS. JOÃO SCOGNAMILGIO CLÁ DIAS, EP, “Por fim o meu Imaculado Coração triunfará!”, Instituto Lumen Sapientiæ, São Paulo, 2017, p. 7-9, (com ligeiras adaptações).
(2)   IRMÃ LÚCIA. Memórias I.  Quarta Memória,  c.II,  n.5, 13.ed.  Fátima: Secretariado dos Pastorinhos,  2007, p.177.

 

Ilustrações: Arautos do Evangelho, wiki

Mas não abriu a carta…

O que se poderia pensar de alguém (chamemo-lo de “X”) que tomasse a seguinte atitude:

O carteiro toca a campainha e entrega uma carta dirigida a X. Ele olha o remetente e vê que é da mais alta autoridade do país em que vive. Aliás, é seu próprio pai, cujo lar X havia abandonado e, por isso está passando por grandes privações.

A carta bem pode ser a solução para sua difícil situação. Nesse caso ele bem pode esperar que seja uma solução eficaz, uma vez que é dada pelo pai. Mas X não abre a carta…

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Para evitar as punições, Nossa Senhora colocou uma condição: arrependimento e penitência. Para esse triunfo Nossa Senhora não colocou nenhuma condição. Afirmou simplesmente que triunfará. Para firmar bem essa certeza do triunfo, são de enorme valia as considerações do Mons. João Clá, Fundador dos Arautos do Evangelho que damos a seguir.Leia mais

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