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E com uma vara, bateu-lhe de rijo…

 

São Bento libera a um monge do demônio – Afresco do Grande Claustro da Abadia de Monte Oliveto Maior (Itália)

Em um dos mosteiros que São Bento construíra ao redor, havia certo monge que não conseguia ficar em oração. Logo que os irmãos se inclinavam nesse exercício, saía e punha-se a revolver na mente vadia coisas mundanas e transitórias. Admoestado várias vezes por seu abade, foi por fim conduzido ao homem de Deus, que lhe increpou com veemência a insensatez; de volta, porém, ao seu mosteiro, mal conseguiu observar por dois dias a admoestação do homem de Deus; já ao terceiro, recaindo no velho
hábito, entrou de novo a vaguear na hora da oração. Quando isto foi contado ao servo de Deus pelo pai do mosteiro, respondeu aquele: “Irei eu mesmo, e pessoalmente o emendarei”.

O homem de Deus foi, com efeito, ao dito mosteiro, e na hora marcada, quando os irmãos depois da salmódia se entregavam à oração, observou que o monge que não podia ficar rezando era arrastado por uma figura preta que o puxava pela orla do hábito. À vista disso,Leia mais

Uma pergunta que necessita urgente resposta: “A quem aproveita essa campanha difamatória?”

Tem circulado em algumas mídias sociais, de modo ilegal, vídeos privados de bênçãos de libertação feitas por sacerdotes arautos, bem como de reuniões privadas de uma comissão da mesma instituição, formada para estudar fenômenos preternaturais, dentre os quais pretensas revelações feitas pelo maligno.

A divulgação de tais vídeos, promovida principalmente por Alfonso Beccar Varela (Filho) e Marcos Lofrese Junior, costuma vir acompanhada de títulos e comentários tendenciosos, incluindo montagens e edições, com notória inclinação difamatória e passional, não excluindo, em alguns casos, o lamentável recurso ao burlesco.

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Abertura do VIII Encontro Regional Sul

Na noite do último sábado(12), na casa de formação dos 0Arautos de Ponta Grossa, o VII Encontro Regional Sul dos Arautos do Evangelho, onde participam os jovens do Projeto Futuro&Vida, e também os alunos do Colégio Arautos das cidades de Curitiba, Maringá, Joinville e Ponta Grossa.Leia mais

Como fazer uma boa oração?

Muitas pessoas rezam e não obtêm o esperado, porque não pedem como convém: Petitis et non accipitis, eo quod male petatis, “Pedis e não recebeis, porque pedis mal”. (Tg 4,3) Para rezar bem é preciso, em primeiro lugar, a atenção, pois o distraído não agrada a Deus, porque divide sua capacidade cognoscitiva com coisas corriqueiras e com isso não eleva a mente devidamente aos céus.Leia mais

Conhece a origem da oração “Ave-Maria”?

Esta oração, que na época medieval era conhecida como “Saudação Imaculado-Coração-de-Maria-2angélica”, é o resultado de um longo processo. É uma oração composta de duas partes: uma de louvor e a outra de súplica. A sua primeira parte é tirada do evangelho de São Lucas: consiste na saudação do Anjo Gabriel a Maria: “Alegra-te, cheia de graça, o Senhor está contigo!” (Lc 1,28b), e na saudação de Isabel: “Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto de teu ventre! (Lc 1,42b).Leia mais

Nunca se ouviu dizer

Para Maria não existem palavras como “difícil”, “impossível”, “irrealizável”,“irremediável”. Ela é chamada de Onipotência Suplicante, pois seu Divino Filho jamais deixa de atender qualquer pedido seu.

O próprio Judas Iscariotes, o infame traidor, se houvesse recorrido a Ela, seguramente teria alcançado o perdão e se regenerado.

A oração a seguir, do grande São Bernardo de Claraval deveria estar sempre em nossos lábios e em nossos corações:

“Lembrai-vos, ó piíssima Virgem Maria, que nunca se ouviu dizer que algum daqueles que têm recorrido a vossa proteção, implorado vossa assistência e reclamado vosso socorro, fosse por Vós desamparado.

Animado eu, pois, com igual confiança, a Vós, ó Virgem entre todas singular, como a mãe recorro, de Vós me valho e, gemendo sob o peso de meus pecados, me prostro a vossos pés. Não desprezeis as minhas súplicas, ó Mãe do Verbo de Deus humanado, mas dignai-Vos de as ouvir propícia e alcançar-me o que Vos rogo. Assim seja!”

Nunca é nunca mesmo, e não admite exceções! Se Nossa Senhora nunca deixou de atender, não serei eu o primeiro a não ser atendido…

Um expressivo exemplo a este respeito é relatado por Frei Wenceslau Schepper, OFM, em seu livro “Salve Rainha, Mãe de Misericórdia” (Ed. Vozes, 1993). Um jovem francês, condenado à morte por seus numerosos crimes, aguardava com o coração cheio de ódio a Deus, o dia da sua execução. Um sacerdote tentou visitá-lo, mas o criminoso o repeliu gritando: “Fora! Para fora! Não quero saber de padres!”

O padre, porém, permaneceu pacientemente no local até conseguir entabular conversa com o infeliz condenado. Após algum tempo, o miserável contou-lhe sua triste história. Mas ao ouvir falar em confissão, tomou-se de tal furor que quase agrediu o zeloso ministro de Deus.

Este convidou-o, então, a rezar com ele o “Lembrai-Vos, ó piíssima Virgem Maria”. Surpreendentemente, ele acedeu. A oração pareceu agradar-lhe e prometeu rezá-la outras vezes. Finalmente, após repetidas visitas, o padre conseguiu convencê-lo a se confessar.

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Com a alma limpa, completamente mudado, o delinqüente chorava de emoção, dando provas de sincero arrependimento.

Alguns dias depois, foi executado. Suas últimas palavras foram: “Lembrai-Vos, ó piíssima Virgem Maria…”

Que este fato nos ajude a ter uma confiança pleníssima, sem limites, na Mãe de Deus e nossa.

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(Autor: Celso Pedrosa, publicado na revista “Arautos do Evangelho”, nº 20, agosto de 2003, p. 39)

Um Santo Remédio

Em um artigo da semana passada foram narradas algumas atividades do dia a dia da casa do Arautos em Ponta Grossa-PR. De passagem foi mencionada a novena à Nossa Senhora do Bom Remédio, como essa oração tão eficaz entrou no quotidiano dos Arautos?

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