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82 novos escravos de amor a Nossa Senhora

No sábado, dia 06 de agosto, o Revmo. Pe. Antônio Guerra, E.P., provincial dos ArautosIMG_2352 do Evangelho, na região Sul, esteve presente na casa dos Arautos para celebrar a Santa Missa de Consagração à NossoLeia mais

Solene Consagração à Sabedoria Encarnada pelas mãos de Maria

Na terça-feira (12 de julho) doze jovens participantes do Projeto Futuro&Vida, fizeram sua   IMG_1458Solene Consagração à Sabedoria Encarnada pelas mãos de Maria, segundo o método ensinado por São Luis Maria Grignion de Montfort. A data tão esperada, foi ocasião de Leia mais

Solene Consagração à Nosso Senhor Jesus Cristo pelas mãos de Maria

No dia 24 de abril realizou-se na sede dos Arautos de Ponta Grossa a Solene Consagração à Nosso Senhor Jesus Cristo pelas mãos de Maria. Após um curso preparatório, um grupo de fiéis fez sua Consagração a Jesus, pelas mãos de Maria, segundo o método de São Luís Maria G. de Montfort.Leia mais

PELOS SÉCULOS E CONTINENTES

colecao-particularImaginemos um adolescente ou mesmo uma criança que, convive com uma avó bastante idosa, mas lúcida e alegre em conviver com o neto. Em certo dia o menino aparece com uma fotografia da avó quando ela era jovem:

 

— Vó, mãe disse que essa é a senhora… e que roupa diferente a senhora esta usando!

 

— Deixa ver… Hum… Aí, eu ainda morava na Suíça, na chácara que papai trabalhava.

 

Se tais diferenças chamaram a atenção do esperto menino, o que seria

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Consagração a Nossa Senhora

A escravidão entre os antigos era imposta. Muitos eram vendidos como escravos, os reis podiam vender seus súditos. Sobretudo, em uma guerra, os vencedores subjugavam e escravizavam os vencidos. Assim, em sentido lato, o termo escravidão preconizava um rebaixamento e um aviltamento de seu portador. Mas, em determinado momento histórico, dois termos, aparentemente antagônicos, uniram-se: escravidão e amor.

Para São Luís Maria Grignion de Montfort, grande apóstolo e missionário do século XVII, difusor de uma forma especial de consagração a Nossa Senhora, a escravidão de amor a Virgem Maria é o oposto dessa antiga forma de escravidão. A escravidão proposta por ele é um vínculo de dependência que nós aceitamos em relação a Nossa Senhora, porque A amamos. Ou seja, nós A queremos tanto, temos n’Ela tal confiança, que queremos fazer tudo quanto Ela quer. É uma dependência que não é imposta por força, mas sim aceita por amor.

Assim fizeram os consagrados presentes na Missa de ontem, celebrada pelo Revmo. Pe. Antonio Guerra, EP, e concelebrada pelo Revmo. Pe. Paulo Sérgio, EP. Entregaram-se livremente à Rainha dos céus e da terra, recebendo dela em troca, seus dons, virtudes e graças. Tenhamos a convicção de que a “escravidão de amor” é, pois, essa angélica e suma liberdade com que Nossa Senhora espera a cada um de seus filhos: sorridente, atraente, convidando-os para o Reino d’Ela, segundo sua promessa em Fátima: “Por fim, o meu Imaculado Coração Triunfará”.

Há uma escravidão que liberta e uma liberdade que escraviza

Escravidão e liberdade? Como podem unir-se termos opostos nessa afirmação? Mas de fato esses termos aparentemente antagônicos, tem toda toda relação entre si!

Uma pessoa adentrando pelas vias do pecado acaba tornando-se escravo de seus vícios. E como diz São Paulo, o pecador se torna escravo do pecado. Por exemplo: um viciado em bebida alcoólica atende a todas as solicitações de seu vício. Ele tem a liberdade de ingerir qualquer bebida, mas é escravo do álcool. Em contrapartida uma pessoa trilhando o caminho do bem, da virtude é livre. A sua consciência limpa é o consolo de sua alma.

Foi com esse estado de espírito que onze pessoas fizeram no dia 08 de setembro, sua consagração como escravos de amor à Maria Santíssima, segundo o método do santo mariano São Luis Maria Grignion de Monfort.

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