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Este foi o segundo dia do Encontro Regional Sul

No domingo(13), a programação do Encontro Regional Sul, que ocorreu aqui em Ponta Grossa, estava repleta de ocasiões de graças. Os jovens foram divididos em dois grandes grupos, onde os que já participam há mais tempo das atividades dos Arautos do Evangelho tiveram a extraordinária oportunidade de presenciar as reuniões comLeia mais

MÃE DE TODOS OS POVOS

Mons. João Clá, Fundador e Superior dos Arautos do Evangelho, ao longo dos anos nos faz peregrinar pelas verdades ensinadas pela Santa Igreja, pelas belezas da Liturgia, pela ordem e harmonia do universo — e amá-las.

Há, porém, um tema muito caro ao Monsenhor, no qual ele nos faz peregrinar muitas e muitas vezes: Leia mais

Consagração a Nossa Senhora

A escravidão entre os antigos era imposta. Muitos eram vendidos como escravos, os reis podiam vender seus súditos. Sobretudo, em uma guerra, os vencedores subjugavam e escravizavam os vencidos. Assim, em sentido lato, o termo escravidão preconizava um rebaixamento e um aviltamento de seu portador. Mas, em determinado momento histórico, dois termos, aparentemente antagônicos, uniram-se: escravidão e amor.

Para São Luís Maria Grignion de Montfort, grande apóstolo e missionário do século XVII, difusor de uma forma especial de consagração a Nossa Senhora, a escravidão de amor a Virgem Maria é o oposto dessa antiga forma de escravidão. A escravidão proposta por ele é um vínculo de dependência que nós aceitamos em relação a Nossa Senhora, porque A amamos. Ou seja, nós A queremos tanto, temos n’Ela tal confiança, que queremos fazer tudo quanto Ela quer. É uma dependência que não é imposta por força, mas sim aceita por amor.

Assim fizeram os consagrados presentes na Missa de ontem, celebrada pelo Revmo. Pe. Antonio Guerra, EP, e concelebrada pelo Revmo. Pe. Paulo Sérgio, EP. Entregaram-se livremente à Rainha dos céus e da terra, recebendo dela em troca, seus dons, virtudes e graças. Tenhamos a convicção de que a “escravidão de amor” é, pois, essa angélica e suma liberdade com que Nossa Senhora espera a cada um de seus filhos: sorridente, atraente, convidando-os para o Reino d’Ela, segundo sua promessa em Fátima: “Por fim, o meu Imaculado Coração Triunfará”.