Silencioso, doce e amável, Jesus, em sua imagem de Crucificado, ainda hoje é réu de julgamento.
Durante os últimos anos a presença do Crucifixo em locais públicos tem sido objeto de julgamentos, entre outros no Tribunal Europeu de Direitos Humanos. Razão: a presença da imagem de nosso Criador e Redentor incomoda aqueles que veem em Jesus o convite a abandonarem os vícios e voltarem à virtude.
Exatamente como incomodou as parcelas infiéis do povo eleito, levando-as a bradarem: “Crucifica-O! Crucifica-O”. Agora, porém, já não suportam a simples presença da imagem d’Aquele que por nós derramou até a última gota de sangue. E alegam para expulsá-Lo… a liberdade de culto.

“Crucifica-O, crucifica-O”
Algumas perguntas se impõem em nossos corações católicos: Irão novamente condenar o Crucificado? Quem lavará as mãos desta vez? Excluir o crucificado é realmente respeitar a memória histórica de uma nação e a crença religiosa da imensa maioria?
A “caça às bruxas” que tanto se condenou no passado, parece que voltou na sociedade livre, mas contra os cristãos.. Quem a promove?
Quem diria, a escola pública, que a todos acolhe, um dia ainda viria a negar um lugar no cantinho da parede ao Crucificado… Parece que só Ele não pode ali entrar…

Pilatos: quem será o novo?
Esperemos que o Brasil não imite vergonhosamente esta atitude ofensiva à religião, à cultura e à identidade nacional. Ninguém como Jesus passou fazendo bem na terra e mereceu a injusta condenação de Pilatos. Ou nosso século XXI cometerá o mesmo erro do governante romano? Novamente condenarão a Jesus?
A continuar assim, logo quererão a retirada do Cristo Redentor do alto do Corcovado…
Como desagravo, veja o VÌDEO em que Dr. Plinio Corrêa de Oliveira comenta o Cristo Redentor.
Ilustrações: Arautos do Evangelho, ifte, gloriatv, Wiki

